Virgílio Dias Filho nasceu no dia 8 de setembro de 1956 no Rio de Janeiro, filho de Virgílio Dias e Maria do Carmo.

Virgílio é carioca e adora o Centro do Rio, com suas ruas antigas, onde velhos sobrados sobrevivem convivendo com prédios modernos, fazendo um cenário para o incessante vaivém dos pedestres, que dão calor à vida do cotidiano da cidade. Ele é capaz de pintar, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro, numa manhã de Segunda-feira, em plena chuva!

Em 1974, após um acidente, a vida me impos uma nova realidade. Eu, que era destro, tive que aprender a usar o braço esquerdo, foi justamente aí que eu descobri a pintura. Fui apresentado ao professor Antenor Finatti que ministrva aulas de pintura na SBBA - foram quatro anos freqüentando as aulas no atelier e ao ar livre nos fins de semana. Foi exatamente aí, em contato com a natureza e depois de ter lido bastante sobre a História da pintura e visto que os pintores sempre tiveram contato com o campo - sobretudo os pintores impressionistas franceses - que percebi o caminho que eu deveria tomar, ou seja, sempre me colocar de uma maneira humilde diante da natureza e sempre consultá-la, visto que ela é mestra de mestres.

Do Rio de Janeiro partiu para o mundo e foi traçando e pintando os caminhos, sempre com entusiasmo, cheio de desejo e de esperança, ventos necessários para a viagem da vida.

Pintou Paris, de lá trazendo imagens vivas, ou melhor, crônicas do Boulevard Saint-Germain, do Jardin des Tuilleries, do Moulin Rouge, entre outras. Em Portugal, fez a crônica de Lisboa, subindo ao Bairro Alto, percorrendo as vielas de Alfama e mirando o Tejo; também lançou nas telas as impressões de Sintra, de Cascais, de Évora, de Braga e da cidade do Porto.

Ateliê do Virgílio:

"O meu ateliê é muito grande, é a rua, os lugares onde estou naquele momento"

Reportagens sobre Virgílio Dias

 

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